EDUCAÇÃO INTERGERACIONAL NAS MEMÓRIAS E BRINCADEIRAS DOS POVOS XERENTES DA UNIVERSIDADE DA MATURIDADE EM TOCANTINS

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Na Amazônia aprendemos imensamente com os mais experientes das diversas comunidades
indígenas e tradicionais que vivem neste território. O painel une pesquisadoras da Amazônia
Roraimense, Maranhense, Tocantinense para compartilhar experiências e discussões teóricas
desde a educação, arte e literatura indígena, até a educação escolar indígena, educação do
campo e educação escolar como um todo. As memórias dos rios, do lavrado e da floresta
circulam oralmente nas diversas línguas e vêm sendo documentadas em vídeos e pela escrita.
Jovens pesquisadores indígenas documentaram as histórias que ouvem de seus avós,
transcrevem, traduzem e o material é editado e legendado. Esse material artístico e
metodologia demonstrou-se profícuo para a transmissão de conhecimentos entre gerações. A
experiência com Museus Virtuais é alternativa de pesquisa colaborativa educativa que pode
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atender localidades nas quais há carência de exposições de arte ou etnográficas. Com as TICs
é possível visitar espaços museais e educativos já consolidados e também construir estratégias
de exposições que divulguem as diversas territorialidades e processos educacionais
amazônicos. Esses processos incentivam a transmissão e divulgação das memórias e das
línguas e literaturas indígenas. No Maranhão, o trabalho com Literaturas Indígenas na
Formação de Professores vem contribuindo para que questões étnico-raciais não sejam
trabalhadas pontualmente, mas que entrem nos currículos e escolas com mais frequência e
força.

PALAVRAS-CHAVE: Educação; Memórias; Escolas Indígenas e Ribeirinhas; Educação
Intergeracional

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