Educação em saúde mental para idosos: uma revisão sistemática

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Resumo
A educação em saúde mental configura-se como estratégia de promoção de hábitos saudáveis, prevenção de agravos e fortalecimento da autonomia da pessoa idosa. Diante do envelhecimento populacional e da prevalência crescente de transtornos como depressão, ansiedade e declínio cognitivo, este estudo realizou uma revisão sistemática nas bases CAPES, Web of Science e PubMed, contemplando publicações entre 2019 e 2024. A pesquisa seguiu a estratégia PCC e as diretrizes PRISMA, totalizando 34 artigos analisados. As intervenções identificadas incluíram o uso de recursos digitais, práticas de mindfulness, exercícios físicos, oficinas de memória, atividades de lazer, programas de voluntariado e suporte remoto, demonstrando efeitos positivos sobre a saúde mental, como redução do risco de suicídio, ansiedade, depressão e isolamento social. Evidenciou-se que práticas educativas integradas às tecnologias, atividades grupais e apoio psicossocial são eficazes na promoção do bem-estar emocional e cognitivo dos idosos. Contudo, observou-se que a produção científica ainda é limitada e concentrada em determinados contextos culturais. Dessa forma, recomenda-se o desenvolvimento de novas pesquisas que considerem variáveis sociodemográficas e culturais, ampliando a compreensão sobre estratégias educativas em saúde mental. O estudo reforça a importância da educação em saúde como eixo central de políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e à cidadania da pessoa idosa.

Palavras-chave: Educação em Saúde; Idosos; Qualidade de Vida; Saúde Mental.

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